Sanasa é tricampeã em transparência nas informações financeiras
A Sanasa foi premiada pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (ANEFAC) nesta quinta-feira, 22, em São Paulo, durante a 30ª edição do Troféu Transparência 2026, considerado o Oscar da Contabilidade brasileira. Foi contemplada com o “Troféu Transparência 2026”, que reconhece a Sanasa pela sua transparência nas demonstrações financeiras (balanços) prestadas à sociedade; e com o “Prêmio Destaque do Troféu Transparência” concedido à empresa que mais se sobressai dentro de categoria principal, nesse caso, entre aquelas com receita bruta de até R$ 5 bilhões.
Esse é o terceiro ano seguido que a instituição reconhece a Sanasa pela sua transparência – 2024, 2025 e 2026. “Para uma empresa pública, transparência não é uma escolha, é um dever. Confirma que damos para a população a certeza da boa gestão dos nossos recursos, o que no setor do saneamento não é pouco, porque nós lidamos com vida, meio ambiente e com o desenvolvimento da cidade”, comemora o presidente da Sanasa, Manuelito Magalhães Júnior.
O foco do “Troféu Transparência” está na qualidade das informações financeiras divulgadas para estimular uma cultura de clareza, responsabilidade e credibilidade no ambiente corporativo. Mais que reconhecer boas práticas, o “Troféu Transparência” tem a missão de inspirar empresas e profissionais a elevarem continuamente seus padrões de governança.
Numa triagem inicial, a ANEFAC analisou 280 demonstrações financeiras, entretanto, apenas 30 foram vencedoras do “Troféu Transparência”. A escolha das empresas vencedoras segue um processo de avaliação que envolve quatro instâncias: diretoria executiva da ANEFAC, responsável pela análise inicial das demonstrações financeiras; Comitê Técnico formado por profissionais de mercado e também por membros de respeitadas instituições como Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Insper, USP Ribeirão Preto, FIPECAFI e Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), que avalia aspectos relacionados à qualidade da informação, à clareza do Relatório da Administração e à transparência na divulgação de riscos; por professores doutores da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), FUCAPE Business School e da Universidade de Brasília (UnB); e pela Comissão Julgadora, que é a instância final responsável pelo “veredito ético” do prêmio. É formada por integrantes da ANEFAC, profissionais do mercado, da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária da Universidade de São Paulo (FEA-USP) e FUCAPE Business School.
Entre os critérios considerados estão a qualidade e o detalhamento das notas explicativas, a aderência às normas contábeis vigentes (BR GAAP/IFRS/CPCs), a ausência de ressalvas relevantes nos relatórios dos auditores independentes, a clareza e a legibilidade da divulgação, além da apresentação voluntária de informações relevantes ainda que não exigidas por lei, como EBITDA, Valor Econômico Agregado (EVA) e métricas ESG auditadas ou asseguradas por terceiros independentes.









