SANASA RECEBE VISITA DE EXECUTIVOS SENIORES DA ÁFRICA DO SUL


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Com o objetivo transmitir conhecimentos e apresentar as estratégias utilizadas para enfrentar a recente crise hídrica, a Sanasa recebeu na terça-feira, 14 de março, a visita de uma delegação formada por 20 executivos seniores da empresa sul-africana Umgeni Water (UW), considerada a maior produtora de energia renovável da África do Sul e líder na produção de água potável em KwaZulu-Natal, operando em abastecimento de água e saneamento no setor público para seis cidades do país.
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Para iniciar o evento, o presidente Arly de Lara Romêo deu as boas-vindas à delegação, fez um panorama geral sobre a Sanasa e ainda ressaltou a importância de a empresa de saneamento campineira ser referência para outras empresas. “A Sanasa é uma empresa pública municipal líder no mercado e que tem metas ambiciosas. Em 2018, com a conclusão da ETE Boa Vista, Campinas passará a ser o primeiro município brasileiro com mais de um milhão de habitantes a atingir 100% da capacidade instalada para o tratamento de esgoto”, disse Romêo.
Durante a manhã, a delegação participou de um ciclo de palestras com técnicos de diferentes áreas da Sanasa. Os temas abordados foram: gestão da sustentabilidade, crise hídrica, programa de controle e redução de perdas, sustentabilidade financeira e grandes consumidores, ações que colaboram no combate às perdas, além de água de reúso. Ao final, os participantes fizeram alguns questionamentos relacionados aos assuntos tratados, esclarecendo possíveis dúvidas.
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Para Mark Dent, gerente Regional da AWS para a África do Sul e representante da delegação dos sul-africanos, esta visita é uma oportunidade para aprender e trocar informações. “Na África do Sul temos uma água de qualidade, porém, estamos vivendo a pior situação hídrica dos últimos 100 anos”, completou Dent.
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Já durante à tarde, a delegação fez uma visita técnica às instalações da Estação Produtora de Água de Reúso (EPAR-Capivari II), considerada uma referência da Sanasa. A África do Sul, segundo Dent, ainda não produz água de reúso, assim como o Brasil. Os visitantes ficaram surpresos com a estação e a tecnologia empregada nesse processo, que pode ser uma alternativa em períodos de escassez hídrica.


P-A - 15/03/2017