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Sede SANASA

  • 08h às 16h
    Avenida da Saudade, 500
    Ponte Preta

Agência Barão Geraldo

  • 08h às 16h
    Rua Luiz Vicentin,195
    Centro

Agência Nova Aparecida

  • 08h às 16h
    Av Cardeal D. Agnello Rossi, s/n
    Vl Pe Anchieta

Agência Sousas

  • 08h às 12:30h - 13:30h às 16h
    Rua Siqueira Campos, 85
    Centro

Agência Parque Valença

  • 08h às 16h
    Rua Olindo Gardelin, 355

Agência Castelo

  • 08h às 16h
    Av.Andrade Neves, 1900

Agência Jardim Londres

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    Rua Sylvia Leite de Godoy, s/n
    Caixa d'água Jd Londres

Agência Parque Taquaral

  • 08h às 16h
    Av. Dr. Heitor Penteado, 2561

Agência Central

  • 08h às 16h
    Av. Campos Salles, 427
    Centro

Agência Horto Shopping

  • 08h às 16h
    Rua Armando F. Renganheschi s/n
    Horto Shopping - Terminal Ouro Verde

Atendimento ao Cidadão

  • 08h às 16:45h
    Av. Anchieta, 200
    Centro - (Prefeitura)


2ª feira - Makro

  • 9h às 12h - 13:30h às 16h
    Av. Ricardo Bassoli Cezare,1567
    Jd. das Bandeiras

3ª feira - Enxuto

  • 9h às 12h - 13:30h às 16h
    Av. John Boyd Dunlop, 440
    Jd.Aurélia

4ª feira - Extra Amoreiras

  • 9h às 12h - 13:30h às 16h
    Av. Rui Rodrigues, 1400
    Jd. Santa Lúcia

5ª feira - Carrefour Valinhos

  • 9h às 12h - 13:30h às 16h
    Av. Engº Antonio F. de Paula Souza, 3900
    Jd. Von Zuben

6ª feira - Jd. Nova Europa

  • 9h às 12h - 13:30h às 16h
    Av. Estados Unidos, 280
    em frente à Igreja Santa Cruz


2ª feira - CRAS

  • 9h às 12h - 13:30h às 16h
    Rua Ademir Cubero Ruano, s/n
    Jd. Campo Belo II

3ª feira - AR13

  • 9h às 12h - 13h30min às 16h
    Rua Natale Bertucci, 128
    Pq. Valença

4ª feira - AR13

  • 9h às 12h - 13:30h às 16h
    Rua Natale Bertucci, 128
    Pq. Valença

5ª feira - CRAS

  • 9h às 12h - 13:30h às 16h
    Rua Ademir Cubero Ruano, s/n
    Jd. Campo Belo II

6ª feira - CRAS

  • 9h às 12h - 13:30h às 16h
    Rua Ademir Cubero Ruano, s/n
    Jd. Campo Belo II














II - PROCESSO DE PRODUÇÃO

Quase a totalidade de água produzida pela SANASA é originária de água de superfície através de doi mananciais, o Rio Capivari e o Rio Atibaia, responsáveis por aproximadamente 99,9% da produção. O restante é proveniente de poços profundos conforme abaixo:

 

  • Rio Atibaia ( Sistema Produtor Rio Atibaia ), correspondente a 93,58% do total;

  • Rio Capivari ( Sistema Produtor do Rio Capivari ), correspondente a 6,3% do total;

  • Poços Monte Belo 03800B, Monte Belo 03800C e Village Campinas correspondente a 0,12%.

 

Mananciais

O Rio Atibaia é o principal abastecedor da cidade, sendo responsável atualmente por 95% do fornecimento de água de Campinas. A qualidade de suas águas é insatisfatória, sendo necessárias técnicas modernas de tratamento. A vazão média do rio Atibaia na seção de captação é de 12 m³/s e a vazão mínima é de 7 m³/s.

O Rio Atibaia faz parte da Bacia Hidrográfica do rio Piracicaba, Capivari e Jundiai, a qual também é formador dos reservatórios do Sistema Cantareira que abastece 52% da Região Metropolitana de São Paulo.

Sistema Cantareira

O Sistema Cantareira é formado por quatro reservatórios, sendo 3 localizados na bacia do Piracicaba, Capivari e Jundiaí - Atibainha, Cachoeira e Jaguari-Jacareí e um pertencente à bacia do Alto Tietê - reservatório Paiva Castro ou Juquerí.

Estes reservatórios foram construídos com a finalidade de transferir 33 m3/s para abastecer 50% da Região Metropolitana de São Paulo, sendo assim distribuídos:

 
 
 

A outorga para o sistema Cantareira foi renovada através da Portaria 1213, expedida pela ANA – Agência Nacional das Águas, em 06 de agosto de 2004.

A concessão da outorga ocorreu a partir de um amplo estudo e avaliação das condições dos recursos hídricos das duas bacias envolvidas. Este estudo contou com a participação de membros do Comitê PCJ e da ANA que, em reuniões periódicas, propuseram os termos para a referida outorga. A proposta de outorga foi discutida amplamente em audiências públicas realizadas na bacia do PCJ.

Com a finalidade de estabelecer regras operativas ao Sistema que permitam o atendimento tanto da Região Metropolitana de São Paulo, quanto dos municípios pertencentes à bacia do Piracicaba, Capivari e Jundiaí, foi criado um Grupo de Acompanhamento do Sistema Cantareira, no âmbito da Câmara Técnica de Monitoramento Hidrológico.

Este grupo é responsável por estabelecer e acompanhar a vazão de retirada do sistema Cantareira.

Este controle é feito com base em Curvas Padrão de Vazão elaboradas para cada mês do ano, sendo respeitados os limites constantes no quadro a seguir.

 
 

Nos meses em que as vazões de retirada forem inferiores às pré-estabelecidas, será mantido o volume extra no reservatório do Sistema, com a finalidade de armazenar água para o período de estiagem.

A outorga do Sistema Cantareira definiu ainda como obrigações para a SABESP, juntamente com os municípios pertencentes à bacia do Piracicaba, Capivari e Jundiaí, um Termo de Compromisso para tratamento de esgotos, programa de controle de perdas e ações que contribuam para a recarga do lençol freático, com metas estabelecidas para os próximos 10 anos.

A SABESP assinou o referido Termo no dia 23/12/2004.

Foi também estabelecido que a SABESP deverá desenvolver estudos e projetos que viabilizem a redução da dependência do Sistema Cantareira.

O Rio Capivari, também com água insatisfatória, é o manancial utilizado para abastecimento da região situada em torno do aeroporto de Viracopos e Distrito Industrial, com vazão média da ordem de 1,2 m³/s e com vazão mínima de 0,800 m³/s , também exigindo tratamento avançado.

As captações de recalque de água bruta são compostas basicamente das seguintes unidades a montante das ETA:

 

  • Barragem de enrocamento;

  • Captação do sistema Rio Atibaia composta por 4 (quatro) tomadas diretas, gradeamentos, desarenadores, poços de sucção e casas de bombas no. 1, 2, 3 e 4 com potência instalada de 11430CV;

  • Adutoras de água bruta em número de 5 (cinco) denominadas de ARA-1, ARA-2, ARA-3, ARA-4, e ARA-5, num total de 34,0 km de extensão (Adutoras de recalque do Atibaia);

  • Captação do Sistema Capivari, composta por 2 tomadas diretas, gradeamentos, desarenadores, poços de sucção e casas de bombas do Capivari com capacidade instalada de 550 CV.

 

Os sistemas de captação tanto do Atibaia como do Capivari são compostos por barragens de nível, utilizadas apenas para elevação do nível da lâmina d’água no local de captação, proporcionando uma operação satisfatória durante o período de estiagem.

As tomadas d’água são protegidas por grades metálicas que impedem a passagem de material flutuante para as bombas, seguidas pelas caixas de areia, onde são dispostos sedimentos grosseiros, e finalmente pelos poços de sucção das casas de bombas.

 
 

  • Gradeamento : retenção de materiais sólidos.

  • Desarenador : tanque de sedimentação da areia devido a redução de velocidade do fluxo de água.

  • Poço de Sucção / Casa de Bombas : bombeamento da água bruta até a ETA, através da adutora.

  • Adutora de Água Bruta : tubulação de grande porte que transporta água bruta da captação à Estação de Tratamento de Água.

 

Os processos de tratamento das ETA são do tipo convencional ou também chamado de ciclo completo, com as seguintes fases:

 

ETA 1
• Coagulação: A coagulação é hidráulica através de uma comporta de nível fixo instalada em um canal de chicanas para proporcionar mistura rapina.
• Floculação: Hidráulica realizada em canal de chicanas oblíquas verticais de fluxo horizontal. As velocidades de agitação são variadas através de barreiras físicas instaladas ao longo dos canais.
• Decantação: Possui 3 decantadores de fluxo horizontal com limpeza de lodo manual.
• Filtração: É realizada em 7 filtros de areia. Todos possuem camada suporte.

ETA 2
• Coagulação: A coagulação é hidráulica e realizada em uma calha parshall construída em concreto.
• Floculação: É efetuada em 3 conjuntos de floculadores mecânicos de eixo horizontal e sentido de rotação vertical. Cada conjunto possui 3 câmaras seqüenciais com velocidades decrescentes.
• Decantação: É efetuada em 3 decantadores de fluxo horizontal com limpeza automática do lodo. Possui raspadores de fundo que se movem no sentido horizontal (Monorach)
• Filtração: É efetuada em 6 filtros de areia. Todos com camada suporte.

ETA 3
• Coagulação: A coagulação é hidráulica e realizada em uma calha Parshall.
• Floculação: É realizada em 3 conjuntos de floculadores mecânicos de eixo vertical e sentido de rotação horizontal. Cada conjunto possui 3 câmaras com velocidades decrescentes.
• Decantação: Possui 2 decantadores de fluxo horizontal e limpeza automática do lodo feita com a utilização de sistemas de raspagem de fundo do tipo circular e acionados por temporizadores com regulagem de tempo variável em função da qualidade da água.
• Filtração: A filtração é realizada em 8 filtros de dupla camada (areia e antracito) sem camada suporte.

ETA 4
• Coagulação: A coagulação é hidráulica e realizada em uma calha Parshall.
• Floculação: Mecânica e realizada por 2 conjuntos de floculadores axiais. Cada conjunto de floculadores possui 3 câmaras com velocidades decrescentes.
• Decantadores: Possui 2 decantadores de alta taxa com módulos tipo colméias e fluxo ascendente. As descargas de lodo são automáticas e acionadas por mecanismo temporizador eletrônico. Cada decantador possui 128 pirâmides invertidas onde o lodo se sedimenta, sendo, que existem 64 válvulas distribuídas em oito canais por decantador e interligadas a cada duas pirâmides por sifão.

Obs. 1: Por estarem construídas no mesmo espaço físico, a aplicação de Carvão Ativado em Pó, a pré cloração, a pré alcalinização e a aplicação de coagulante para as ETAs 3 e 4, ocorrem nos mesmos locais, pois, a água bruta se divide somente antes da entrada dos floculadores.

Obs. 2: Nas ETA 3 e 4, existe uma unidade de sedimentação no início do processo (pré-sedimentador) cuja finalidade é a remoção de materiais mais densos como areia, evitando assim uma sobrecarga nas unidades posteriores.

Obs. 3: Nas ETAs 3 e 4, todo o lodo gerado é tratado na Estação de Tratamento de Lodo (ETL) inaugurada em 2005 e após, enviado a um aterro sanitário. A água é recuperada e enviada ao início do processo. Isto torna as ETAs 3 e 4 uma das unidades mais eficientes em termos de pernas em todo país chegando as pernas internas próximo a zero.

ETA Capivari
• Coagulação: É hidráulica e realizada em um perfil creager, adotado como dispositivo efetivo para mistura rápida e um canal de alta turbulência para mistura rápida prolongada.
• Floculação: Possui 3 conjuntos de floculadores mecânicos de eixo horizontal e sentido de rotação vertical. Cada conjunto possui 4 câmaras com velocidades variáveis e decrescentes.
• Decantadores: Possui 3 decantadores de alta taxa com placas paralelas e fluxo ascendente. Cada decantador possui 42 pirâmides invertidas onde o lodo sedimenta. A remoção de lodo é feita através de descargas periódicas produzidas por sistemas tubulares de sifonagem independentes. Os intervalos das descargas variam em função do tempo de enchimento das caixas de sifonagem, esse tempo é controlado por válvulas em função da qualidade da água bruta.
• Filtração: A filtração é realizada por 8 filtros de dupla camada, areia e antracito.

 
 

  1. REPRESA OU RIO : local onde é captada a ágaua para tratamento.

  2. ADIÇÃO DE CARVÃO ATIVADO : utilizado para a remoção de sabor e odor.

  3. PRÉ CLORAÇÃO: é a adição do cloro para a redução de matéria-orgânica e oxidação de metais.

  4. ADIÇÃO DE COAGULANTE: é a adição de um produto químico utilizado para auxiliar a floculação, aplicado no ponto de maior turbilhonamento.

  5. ADIÇÃO DE CAL HIDRATADA: para corrigir o pH da água.

  6. FLOCULAÇÃO : tem a finalidade de transformara as impurezas em suspensão, em partículas maiores (flocos) para que possam ser removidas por decantação e ou filtração.

  7. DECANTAÇÃO : é o processo de separação de partículas sólidas suspensas (flocos) na água. As partículas mais pesadas que a água tenderão a se depositar no fundo do tanque.

  8. FILTRAÇÃO : retém as partículas finas que não ficaram retidas no decantador.

  9. CAL : é adicionado à água para correção do pH.

  10. PÓS-CLORAÇÃO: é a adição do cloro com a finalidade de desinfecção.

  11. FLÚOR: é adicionado à água objetivando diminuir a incidência de cárie dentária.

  12. RESERVATÓRIO FINAL DE ÁGUA TRATADA : é o reservatório onde é armazenada a água tratada que será distribuida à população.

 

As estações de tratamento de água da SANASA basicamente adotam processos químicos idênticos para as mesmas substâncias.

Essas substâncias em todos os casos, abrangem o carvão ativado em pó, coagulantes que pode ser o sulfato férrico, cloreto férrico, cloreto de polialumínio (PAC), a cal hidratada ou virgem dependendo da ETA, o cloro líquido, a amônia anidra e o ácido fluossilícico.


TA  15/07/2014

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